COVID-19: Comissão de Farmácia orienta médicos sobre protocolo da hidroxicloroquina

A Comissão de Farmácia e Terapêutica do Município de Ituiutaba convocou todos os médicos titulares dos onze PSFs da cidade, para alinhar as orientações e fluxo de distribuição e dispensação do medicamento hidroxicloroquina aos pacientes suspeitos e com diagnóstico de Covid-19. Tal procedimento segue o protocolo e a recomendação do Ministério da Saúde para todo o território nacional.

Além dos médicos e coordenadores dos PSFs, a reunião contou ainda com a participação do secretário municipal de Saúde, Isaias Tadeu, e do médico responsável pelo acompanhamento dos pacientes em isolamento domiciliar, Ricardo Duarte.

A apresentação do protocolo e orientações sobre a inserção da hidroxicloroquina na lista de medicamentos disponibilizados pelo Município no tratamento da Covid-19 foi feita pelo presidente da Comissão de Farmácia e Terapêutica, Ricardo Oliveira Vilela, e pela coordenadora farmacêutica, Valéria Muniz Severino.

“A decisão de incluir a hidroxicloroquina 400mg, de forma alternativa e com o devido conhecimento e consentimento do paciente no tratamento da Covid-19, foi tomada por um grupo multidisciplinar que constitui a Comissão de Farmácia e Terapêutica do Município, nomeado conforme a Resolução da SMS n°1, de 03 de dezembro de 2019. Um procedimento novo que segue a recomendação do Ministério da Saúde”, disse a Valéria Muniz.

Além da apresentação do protocolo elaborado pelo Ministério da Saúde, também foi apresentado aos médicos, o Termo de Ciência e Consentimento, que deve ser lido para o paciente depois assinado por ambos, médico e paciente, oficializando assim que todas as informações foram repassadas, inclusive os riscos de efeitos colaterais, e mesmo assim é de livre vontade do paciente fazer uso do mesmo.

A coordenadora dos PSFs, Hellen Cristina Bastos, destacou a importância deste alinhamento e conhecimento do protocolo por parte dos médicos. “Quanto mais informações e embasamento eles tiverem, mais segurança terão para lidar com esta pandemia, que ainda hoje se mostra com inúmeras dúvidas e questionamentos não respondidos no mundo todo. E quando se veem diante de um medicamento novo que pode ser ministrado, é muito importante que tenham conhecimento prévio de todos os protocolos estabelecidos”, disse.

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