A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais (FICCO/MG) deflagrou, nesta terça-feira, 12 de maio, uma ação em Belo Horizonte (MG) como parte da “Operação Força Integrada II”, iniciativa nacional realizada de forma simultânea em 14 estados. O objetivo é intensificar a localização e prisão de foragidos da Justiça, especialmente envolvidos em crimes violentos, tráfico de drogas e atuação em organizações criminosas.
Na capital mineira, com apoio do 49º Batalhão da Polícia Militar, foi cumprido um mandado de prisão contra um homem condenado definitivamente a 10 anos de reclusão, em regime fechado, pelo crime de tráfico de drogas. A prisão ocorreu durante diligências voltadas ao monitoramento de alvos prioritários.
Já no município de Extrema (MG), no Sul de Minas, uma ação integrada entre a FICCO/MG e a FICCO/BA resultou na captura de um homem suspeito de participação em uma facção criminosa. Ele é apontado como envolvido na guarda de um arsenal de 22 fuzis apreendidos na cidade de Camaçari (BA), em setembro de 2025. A operação contou com apoio do 59º Batalhão da Polícia Militar.

Segundo as autoridades, as diligências continuam com o objetivo de localizar e prender outros investigados com mandados em aberto.
A Operação Força Integrada II faz parte de um esforço coordenado em âmbito nacional para fortalecer o combate ao crime organizado por meio da atuação conjunta das forças de segurança. A FICCO opera sob o modelo de força-tarefa, reunindo polícias Federal, Civil, Militar e Penal, além da Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais e secretarias estaduais de segurança pública, sem hierarquia entre as instituições.
Em Minas Gerais, a FICCO é coordenada pela Polícia Federal e conta com a participação da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). A atuação é descentralizada e voltada ao enfrentamento da criminalidade violenta em diversas regiões do estado.
Presente em todo o país e no Distrito Federal, a FICCO possui atualmente 39 unidades em funcionamento, consolidando-se como uma das principais estratégias de integração no combate às organizações criminosas no Brasil.





























































