Após o encerramento da Copa do Mundo masculina, as atenções dos torcedores brasileiros já começam a se voltar para o próximo grande evento do futebol mundial. Em 2027, o Brasil será sede, pela primeira vez na história, da Copa do Mundo Feminina da FIFA, competição que será disputada entre os dias 24 de junho e 25 de julho, reunindo 32 seleções.
A expectativa é que o torneio impulsione ainda mais o crescimento do futebol feminino no país, ampliando a visibilidade da modalidade e incentivando novas gerações de atletas.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nomeou, em abril deste ano, a ex-capitã da Seleção Brasileira Aline Pellegrino como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo Feminina de 2027.
Segundo Aline, além do impacto esportivo, o torneio poderá deixar um importante legado social, contribuindo para a valorização das mulheres, a igualdade de oportunidades e a transformação cultural por meio do esporte.
Para a atleta Myllene D’Arc, de 34 anos, integrante do time Republicanas de Brasília, o Mundial também representa uma oportunidade para fortalecer o futebol feminino e ampliar o reconhecimento das atletas.
Oito cidades receberão os jogos

A Copa do Mundo Feminina de 2027 será disputada em oito cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Desde a criação da competição, em 1991, apenas cinco seleções conquistaram o título mundial: Estados Unidos, Alemanha, Noruega, Japão e Espanha, atual campeã.
Agora, jogando em casa e diante da torcida brasileira, a Seleção busca conquistar um feito inédito: levantar pela primeira vez a taça da Copa do Mundo Feminina.




























































