O feminicídio registrado nesta quinta-feira, 23 de julho, em Ituiutaba, reacende o alerta para a violência contra a mulher em Minas Gerais. O estado contabilizou 148 casos de feminicídio consumados ou tentados entre janeiro e maio de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).
Desse total, 63 mulheres perderam a vida em crimes motivados pela condição de gênero. Os números representam uma média de sete vítimas por semana, o equivalente a um caso a cada 24 horas. Em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 149 casos, o índice permanece praticamente estável.
Além dos feminicídios, o levantamento revela que 70.544 mulheres procuraram as autoridades mineiras nos cinco primeiros meses deste ano para denunciar algum tipo de violência. Os registros incluem ameaças, lesões corporais, violência psicológica, perseguição, agressões físicas e outros crimes previstos na Lei Maria da Penha.

Os dados evidenciam que a violência doméstica e familiar continua sendo um dos principais desafios da segurança pública e da proteção às mulheres em Minas Gerais. Casos como o ocorrido em Ituiutaba reforçam a importância da denúncia, do fortalecimento da rede de atendimento às vítimas e da atuação integrada dos órgãos responsáveis pela prevenção e combate à violência de gênero.
Minas Gerais contabiliza 148 feminicídios consumados ou tentados a contar de janeiro a maio de 2026. Esse total indica sete vítimas por semana, ou uma a cada 24 horas. Os dados são da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública. Ao todo, 63 mulheres foram mortas, no período. Se comparado aos cinco primeiros meses de 2025, os números são similares, quando houve 149 ocorrências, indica a pasta do Governo de Minas.
Outro dado impactante mostra que, no período de cinco meses do ano vigente, 70.544 mulheres procuraram as autoridades no estado, com a intenção de denunciar algum tipo de violência. O levantamento do Governo de Minas reúne ocorrências de ameaça, lesão corporal, violência psicológica, perseguição, agressões físicas e outros crimes previstos na Lei Maria da Penha.




























































