Uma mulher de 34 anos relatou ter sido agredida e estrangulada pelo ex-companheiro, de 32 anos, durante duas ocorrências registradas entre a noite de domingo, 2 de agosto, e a madrugada desta segunda-feira, 3 de agosto, em São Simão, no sudoeste de Goiás. Na segunda situação, ela conseguiu pegar uma faca e atingiu o homem durante uma luta corporal.
A primeira agressão ocorreu no domingo. Com ferimentos pelo corpo, a mulher procurou atendimento no Hospital Municipal e contou aos policiais que havia sido atacada pelo ex-companheiro enquanto estava em um supermercado próximo à residência.
Segundo o relato apresentado à PM, o homem estaria alterado e teria dado socos e tapas na ex-companheira. Depois da agressão, ele teria ido até a casa dela e entrado no imóvel por uma janela da cozinha. Ainda conforme a vítima, o homem danificou alguns móveis antes de deixar o local.
A Polícia Militar realizou buscas pelo suspeito, mas ele não foi localizado. A mulher recebeu orientações sobre as medidas de proteção e, posteriormente, os policiais confirmaram que havia uma medida protetiva de urgência em vigor contra o ex-companheiro.
Por volta das 2h17 desta segunda-feira, a mulher retornou à residência para buscar alguns pertences, momento em que ela encontrou novamente o ex-companheiro dentro do imóvel.

O homem teria entrado sem autorização e insistido em conversar. A situação evoluiu para uma luta corporal e, durante o confronto, a mulher afirmou ter sido estrangulada pelo ex-companheiro.
Diante da nova agressão, ela relatou ter conseguido pegar uma faca e atingido o homem na tentativa de interromper o ataque. Após ser ferido, ele teria parado de agredi-la.
A Polícia Militar foi acionada e encontrou o homem ferido. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestou atendimento e o encaminhou ao hospital. Devido à gravidade dos ferimentos, ele seria transferido para uma unidade hospitalar de Santa Helena de Goiás.
A faca utilizada na ocorrência foi localizada e apreendida pelos policiais. A PM também confirmou a existência da documentação referente à medida protetiva concedida em favor da mulher.
O caso foi encaminhado à PCGO, que deverá investigar as circunstâncias das agressões e do ferimento causado durante a segunda ocorrência.





























































