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Prazo para inscrição no Enem 2026 termina nesta sexta-feira (5)

Termina nesta sexta-feira, 5 de junho, o prazo de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Os interessados devem realizar o procedimento exclusivamente pela internet, por meio da Página do Participante, disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O prazo também se aplica aos candidatos que desejam solicitar o uso do nome social durante todas as etapas do exame, direito assegurado a pessoas que se identificam com uma identidade de gênero diferente daquela registrada em documentos oficiais.

No momento da inscrição, participantes que necessitam de atendimento especializado devem fazer a solicitação. Nesta edição, o Inep ampliou o rol de condições contempladas, incluindo transtornos mentais como ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Também têm direito ao atendimento diferenciado pessoas com deficiência visual, auditiva, física ou intelectual, além de dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos, estudantes hospitalizados e pessoas com fibromialgia, entre outros casos previstos em edital.

Estudantes que concluíram o ensino médio em escolas públicas contam com inscrição automática. No entanto, é necessário acessar o sistema para confirmar a participação, escolher a língua estrangeira da prova (inglês ou espanhol) e indicar eventuais necessidades específicas, como recursos de acessibilidade ou uso do nome social.

Após a inscrição, será gerada a Guia de Recolhimento da União (GRU), no valor de R$ 85. O pagamento poderá ser feito entre os dias 25 de maio e 10 de junho, por meio de Pix, cartão de crédito, débito ou boleto bancário. A confirmação da inscrição depende do processamento do pagamento.

O Inep reforça que mesmo candidatos com isenção da taxa precisam acessar o sistema para confirmar a participação. Já aqueles que tiveram o pedido de isenção negado ou justificativa de ausência reprovada devem efetuar o pagamento para validar a inscrição.

As provas do Enem 2026 estão marcadas para os dias 8 e 15 de novembro, dois domingos consecutivos. A expectativa do Inep é ampliar o número de locais de aplicação para cerca de 10 mil em todo o país. A estimativa é de que aproximadamente 80% dos estudantes concluintes da rede pública realizem o exame na própria escola onde estudam, medida que busca facilitar o acesso e reduzir deslocamentos.

Para candidatos que precisarão fazer a prova em outro município, o Ministério da Educação (MEC) estuda alternativas de apoio logístico para transporte.

Principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil, o Enem é utilizado como critério de seleção em programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de ser adotado por instituições públicas e privadas em seus processos seletivos.

Desde 2025, o exame também voltou a permitir a certificação de conclusão do ensino médio para candidatos com 18 anos ou mais que atinjam a pontuação mínima exigida em todas as áreas e na redação. Os resultados também podem ser utilizados em processos seletivos de instituições portuguesas conveniadas ao Inep.

Novo tarifaço dos EUA ameaça até 21% das exportações brasileiras

A proposta dos Estados Unidos de impor tarifas de até 25% sobre produtos brasileiros acendeu um sinal de alerta na indústria nacional e entre exportadores. A medida, sugerida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), surge após investigação que apontou supostas práticas comerciais brasileiras prejudiciais aos interesses norte-americanos.

A apuração foi iniciada em julho de 2025, por orientação do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em meio a tensões políticas envolvendo o Brasil. Ao longo do processo, o USTR realizou consultas públicas, audiências e coletou manifestações de empresas e entidades, consolidando um relatório que embasa a proposta tarifária.

No Brasil, o impacto potencial preocupa autoridades e representantes do setor produtivo. O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, estima que cerca de 21% das exportações brasileiras para os Estados Unidos podem ser diretamente afetadas. Segundo ele, os setores mais vulneráveis são os de maior valor agregado, como máquinas e equipamentos, com reflexos negativos sobre emprego, renda e atividade industrial.

Entidades empresariais também demonstram apreensão. Em nota, a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) avalia que a medida pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros e aumentar a instabilidade no ambiente de negócios. Os Estados Unidos figuram entre os principais destinos das exportações do país, especialmente de bens industriais e agroindustriais.

O governo norte-americano apontou problemas em seis áreas: comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais, combate à corrupção, proteção à propriedade intelectual, desmatamento ilegal e acesso ao mercado de etanol. No caso do biocombustível, entidades brasileiras contestam as acusações.

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) e a Bioenergia Brasil afirmam que a tarifa aplicada pelo Brasil ao etanol importado segue regras do Mercosul e não discrimina os Estados Unidos. As entidades também destacam que o próprio mercado americano adota políticas protecionistas no setor açucareiro, limitando significativamente a entrada de produtos brasileiros.

Especialistas avaliam que a iniciativa representa uma mudança na estratégia comercial dos EUA. O analista de comércio exterior Jackson Campos observa que, diferentemente de medidas anteriores, a nova proposta se baseia em uma investigação técnica e abrange temas estruturais, como barreiras comerciais e acesso a mercados. Ainda assim, ele ressalta que a medida tende a elevar a incerteza para empresas brasileiras que dependem do mercado norte-americano.

Do ponto de vista tributário e financeiro, os impactos também podem ser relevantes. A advogada tributarista Mary Elbe Queiroz afirma que a possível tarifa amplia os desafios de planejamento para empresas exportadoras, que podem ser obrigadas a rever preços, contratos e estratégias em um cenário já marcado por mudanças decorrentes da reforma tributária.

Além dos efeitos diretos sobre o comércio, a proposta pode influenciar a percepção de risco do Brasil no mercado internacional. Segundo o CEO da Azumi Investimentos, Edgar Araújo, o aumento da incerteza tende a tornar investidores mais cautelosos, com reflexos sobre o custo de capital e o fluxo de investimentos no país.

Outro ponto sensível do relatório norte-americano é a inclusão do sistema de pagamentos instantâneos Pix entre as práticas consideradas prejudiciais. De acordo com o USTR, o modelo brasileiro favoreceria empresas nacionais em detrimento de concorrentes estrangeiros. O governo brasileiro rebateu a avaliação e defendeu o sistema, destacando sua importância e ampla adoção no país.

Criado pelo Banco Central, o Pix se consolidou como o principal meio de pagamento no Brasil, com mais de 170 milhões de usuários e recordes de transações diárias. Autoridades brasileiras reforçam que o sistema não está em negociação e defendem sua legitimidade frente às críticas externas.

O caso segue em desenvolvimento e deve avançar por meio de negociações diplomáticas e comerciais entre os dois países, em um cenário que combina interesses econômicos, disputas regulatórias e tensões políticas.

Primeira versão da delação de Vorcaro citava novo contrato de R$ 50 milhões com a mulher de Moraes

A proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro à Polícia Federal (PF) trouxe à tona a menção a um suposto contrato de R$ 50 milhões com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Apesar das citações, o acordo foi rejeitado pelas autoridades por falta de elementos considerados relevantes para o avanço das investigações.

A informação foi divulgada pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, nesta quarta-feira, 3 de junho. Segundo a publicação, o documento foi elaborado semanas antes da prisão de Vorcaro, ocorrida no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na véspera da decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master.

A primeira versão da delação foi oficialmente rejeitada no último dia 20 de maio. De acordo com a PF, o material apresentado não trouxe contribuições suficientes para esclarecer as suspeitas de fraudes envolvendo a instituição financeira. Diante disso, a defesa do banqueiro protocolou uma nova proposta nesta semana, que agora será analisada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

As investigações já haviam identificado, em dezembro do ano passado, a existência de um contrato formal entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes. O acordo previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões ao longo de três anos, podendo alcançar o montante de R$ 130 milhões. Os dados foram obtidos pela PF a partir da análise de um dos celulares apreendidos com Vorcaro durante a operação Compliance Zero.

Segundo apurações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime, no Senado Federal, cerca de R$ 80 milhões teriam sido pagos ao escritório entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, correspondendo a 22 das 36 parcelas previstas em contrato. O serviço incluía a atuação junto a órgãos como o Banco Central, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Receita Federal.

Além desse contrato, a delação mencionava a tentativa de firmar um segundo acordo, estimado em R$ 50 milhões, que teria sido articulado em agosto do ano passado. No entanto, conforme declarado à reportagem, o escritório de Viviane Barci de Moraes negou a concretização desse novo contrato.

Em nota, a defesa da advogada afirmou que não houve formalização de qualquer outro vínculo com Vorcaro ou suas empresas. “Não foi celebrado nenhum novo contrato, tampouco houve prestação de serviços ou recebimento de honorários”, declarou.

O caso segue sob investigação e depende agora da análise da nova proposta de colaboração apresentada pelo banqueiro, que busca avançar em um possível acordo com as autoridades.

Boa Esporte enfrentará Caldense fora de casa neste domingo pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro Módulo II

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A Caldense recebe o Boa Esporte neste domingo, 7 de junho, em partida válida pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro Módulo II. O confronto será disputado às 10h, no Estádio Ronaldão, em Poços de Caldas.

O duelo reúne duas equipes tradicionais do futebol mineiro e pode ser decisivo na disputa por posições importantes na tabela. Após a primeira rodada, o Boa Esporte ocupa a terceira colocação do Grupo A, com três pontos conquistados na vitória sobre o Guarani e saldo positivo de um gol. Já a Caldense aparece na sexta posição, sem pontos, após a derrota por 2 a 0 para o Uberaba na estreia, com saldo negativo de dois gols.

Jogando diante de sua torcida, a Caldense busca a recuperação para deixar as últimas posições da chave e conquistar seus primeiros pontos na competição. Do outro lado, o Boa Esporte tenta manter o embalo após vencer na rodada inaugural e seguir entre os primeiros colocados do grupo.

A arbitragem da partida ficará sob responsabilidade de Jonas Alves Henrique. Os assistentes serão Emílio Júnior Nascimento Santos e Tiago Moreira Lopes. Já a função de quarto árbitro será desempenhada por Matheus do Vale Rondonov.

O Canal Janela Aberta acompanhará a partida e trará todas as informações do confronto entre Caldense e Boa Esporte.

PCMG apreende quase 200 kg de maconha, submetralhadoras e prende dois suspeitos em Uberlândia

Uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais resultou na apreensão de quase 200 quilos de maconha, duas submetralhadoras artesanais e na prisão de dois homens, de 25 e 26 anos, na madrugada desta quinta-feira, 4 de junho, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

A ação foi realizada por equipes do 9º Departamento de Polícia Civil e do Grupo de Apoio Operacional (GAOP), dentro da Operação Cerco Fechado, voltada ao combate ao tráfico de drogas e à circulação ilegal de armas de fogo.

Segundo a Polícia Civil, a operação teve início após uma troca de informações com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que repassou dados ao setor de inteligência do 9º Departamento. As investigações apontaram a existência de um imóvel no bairro Canaã que estaria sendo utilizado como depósito de entorpecentes.

Com base nas informações levantadas, os investigadores passaram a monitorar a residência localizada na Rua Líbna. Durante as diligências, os policiais identificaram movimentações suspeitas e confirmaram indícios do armazenamento de drogas no local, dando início à abordagem.

No quintal do imóvel, escondidos sob cobertores, os agentes localizaram diversos fardos e tabletes de substância semelhante à maconha, já embalados para distribuição. Próximo ao entorpecente também foram encontradas duas submetralhadoras artesanais calibre .380, dois carregadores e 13 munições do mesmo calibre.

Durante a operação, um segundo suspeito chegou ao imóvel e foi abordado pelos policiais. Conforme a Polícia Civil, ele assumiu a propriedade das drogas e das armas apreendidas.

Ao todo, foram apreendidos 08 fardos e 13 tabletes de maconha, totalizando aproximadamente 200 quilos da droga, além das duas submetralhadoras artesanais, carregadores e munições.

Os dois suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, onde tiveram o Auto de Prisão em Flagrante Delito lavrado. Em seguida, foram conduzidos ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça.

Pai incomodado com choro mata filho de 3 meses com socos e tapas em Uberlândia

A morte de um bebê de apenas 3 meses chocou moradores de Uberlândia (MG), no Triângulo Mineiro. O pai da criança foi preso após confessar ter agredido o filho com tapas e socos na cabeça durante a madrugada desta quarta-feira, 3 de junho, no bairro Jardim das Palmeiras. A mãe da vítima também acabou presa, suspeita de omissão diante das agressões.

O caso começou a ser investigado como uma possível morte acidental. Segundo informações registradas pela Polícia Militar, os pais acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) alegando que o bebê havia se engasgado com leite durante a madrugada.

Enquanto a equipe médica se deslocava até o imóvel, localizado na Rua Marrecos, um atendente orientou o pai a realizar procedimentos para desobstrução das vias aéreas da criança. No entanto, ao chegar ao local, o médico socorrista constatou que o bebê já estava sem sinais vitais.

Durante a avaliação inicial, o profissional observou hematomas na região da testa e próximo a um dos olhos da vítima, levantando suspeitas de que a criança poderia ter sido alvo de agressões. Diante dos indícios, a Polícia Militar foi acionada para acompanhar a ocorrência.

Questionado pelos policiais, o pai afirmou que os ferimentos poderiam ter sido causados durante a realização da manobra orientada pelo Samu. O médico responsável pelo atendimento confirmou que, em tese, uma execução inadequada do procedimento poderia provocar marcas no corpo da criança.

Apesar da versão apresentada pelo casal, a Polícia Civil e a perícia técnica foram mobilizadas para aprofundar as investigações. Em um primeiro momento, exames preliminares realizados no local não descartavam a hipótese de acidente. Contudo, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames mais detalhados.

A reviravolta ocorreu após a conclusão do laudo pericial. De acordo com o delegado Carlos Fernandes, responsável pelo caso, o exame apontou que a causa da morte foi traumatismo craniano, incompatível com a versão inicialmente apresentada pelos pais.

Confrontado com o resultado da perícia, o pai acabou confessando o crime. Em depoimento, ele relatou que o bebê chorava intensamente e, tomado pela irritação, passou a agredi-lo com tapas e socos na cabeça para tentar fazê-lo parar.

Ainda segundo a investigação, o homem revelou que não foi a primeira vez que atacou o próprio filho. Ele admitiu aos policiais que, em outra ocasião, chegou a arremessar a criança contra um berço.

Diante da confissão e dos elementos reunidos durante a apuração, o suspeito foi preso em flagrante por homicídio qualificado. Já a mãe da vítima foi detida por omissão, uma vez que, conforme as investigações, teria presenciado as agressões sem impedir a violência contra o filho.

O casal possui ainda uma filha de 2 anos. A criança foi entregue aos cuidados de familiares, enquanto o caso passou a ser acompanhado pelo Conselho Tutelar.

A Polícia Civil segue investigando as circunstâncias do crime, que causou forte comoção e indignação em Uberlândia e em toda a região do Triângulo Mineiro.

Copa Ituiutaba da Base de Handebol movimenta atletas das categorias de formação

A Prefeitura de Ituiutaba (MG) realiza, no próximo dia 20 de junho, a Copa Ituiutaba da Base de Handebol, evento voltado ao incentivo da prática esportiva entre crianças e adolescentes. A competição será realizada a partir das 8h, na Escola Municipal Mascarenhas, e integra o calendário esportivo do município.

Organizada pela Secretaria Municipal de Educação, Esporte e Lazer, por meio do Departamento de Esporte e Lazer, a iniciativa reunirá jovens atletas nascidos entre 2013 e 2015. As disputas ocorrerão nas categorias feminina e masculina, proporcionando aos participantes a oportunidade de vivenciar o ambiente competitivo e aplicar, em quadra, os conhecimentos adquiridos durante os treinamentos.

Além do caráter esportivo, o evento busca estimular valores fundamentais para a formação dos estudantes, como disciplina, comprometimento, cooperação e respeito às regras. A proposta também reforça o papel do esporte como ferramenta de inclusão social e desenvolvimento humano.

A competição deve reunir atletas, treinadores e familiares, promovendo momentos de integração e troca de experiências entre os participantes. A expectativa é que o evento contribua para o fortalecimento das categorias de base do handebol no município e incentive o surgimento de novos talentos no município.

Caneta emagrecedora brasileira chega às farmácias mais barata a partir do dia 15 de junho

A primeira caneta emagrecedora produzida no Brasil, batizada de Ozivy, deve chegar ao mercado a partir do dia 15 de junho, com preço inicial de R$ 452. O anúncio foi feito pela farmacêutica responsável durante um evento fechado e divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi).

O medicamento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 26 de maio e utiliza a semaglutida como princípio ativo, substância também presente em medicamentos já conhecidos no mercado internacional, como o Ozempic. Com a expiração da patente desse composto em março deste ano, abre-se espaço para a produção nacional da tecnologia.

De acordo com a empresa, o Ozivy será comercializado em diferentes formatos e com condições especiais por meio do programa “Vida + Leve”, voltado a pacientes que aderirem ao tratamento contínuo. No plano inicial de três meses, o custo total será de R$ 863,23, com média mensal de aproximadamente R$ 287 nas doses iniciais. A partir do quarto mês, o valor da caneta deve subir para R$ 498.

Também está prevista a oferta de um pacote com duas canetas de 1,0 mg por R$ 896, embora essa opção ainda não tenha data definida para chegar ao mercado.

Indicado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2, o medicamento deve ser utilizado em associação com dieta e prática de exercícios físicos, conforme orientação médica. A empresa destaca que, neste primeiro ciclo, mais de 500 mil unidades serão disponibilizadas nas principais redes farmacêuticas do país, com expansão gradual da distribuição.

Com capacidade instalada para produzir até 40 milhões de canetas por ano, a operação representa um dos maiores investimentos industriais da farmacêutica. A iniciativa busca ampliar o acesso da população brasileira a tratamentos inovadores, ao mesmo tempo em que fortalece a produção nacional no setor farmacêutico.

A chegada do Ozivy ao mercado ocorre em um momento de crescente demanda por medicamentos à base de semaglutida, tanto para controle do diabetes quanto para auxílio na perda de peso, tema que tem ganhado destaque no cenário da saúde nos últimos anos.

Foto: EMS/Divulgação

Ituiutaba recebe 2ª edição do Summit Triângulo com foco em liderança e gestão de pessoas

Ituiutaba (MG) será palco, no próximo dia 9 de junho, de um dos principais encontros voltados à gestão, liderança e desenvolvimento profissional da região. A cidade recebe a segunda edição do Summit Triângulo — Encontro de Gestão de Pessoas & Líderes, evento que promete reunir especialistas, gestores e profissionais de diversas áreas em uma programação focada nos desafios atuais do mercado.

Após o sucesso da primeira edição, o Summit retorna com uma proposta ampliada, apostando em conteúdo prático, troca de experiências e conexão entre participantes. O encontro será realizado no SEST SENAT, das 13h às 20h, com credenciamento a partir das 12h.

Voltado a líderes, empresários, profissionais de Recursos Humanos, Departamento Pessoal, empreendedores, estudantes e interessados em crescimento profissional, o evento busca promover reflexões sobre o papel da liderança contemporânea e as transformações no ambiente corporativo.

A programação inclui palestras com especialistas, roda de conversa com lideranças regionais e um painel voltado ao cenário atual do mercado de trabalho, abordando temas como recrutamento, seleção e oportunidades de emprego. Além disso, o evento aposta no networking estratégico como ferramenta para geração de parcerias, ideias e novos negócios.

Mais do que um ciclo de palestras, a proposta do Summit Triângulo é oferecer uma experiência imersiva, baseada na troca de conhecimentos e no fortalecimento de conexões profissionais. A iniciativa reforça a importância da qualificação contínua e da construção coletiva no desenvolvimento de lideranças mais preparadas para os desafios contemporâneos.

De acordo com a organização, as vagas são limitadas e a expectativa é de reunir participantes de diversas cidades da região, consolidando o evento como uma referência em gestão e liderança no Triângulo Mineiro.

Bombeiros e Defesa Civil alinham ações para prevenir incêndios florestais em Cachoeira Dourada e Capinópolis

Na manhã desta segunda-feira, 1º de junho, militares do Pelotão do Corpo de Bombeiros de Ituiutaba (MG) participaram de uma reunião estratégica no município de Cachoeira Dourada (MG) para discutir ações de prevenção e mitigação de incêndios florestais nos municípios de Cachoeira Dourada (MG) e Capinópolis (MG). O encontro teve como foco principal a preparação para o período de estiagem, quando aumentam significativamente os riscos de queimadas.

A iniciativa foi promovida pela Defesa Civil de Cachoeira Dourada, em parceria com o Corpo de Bombeiros, e reuniu representantes de diferentes instituições. Participaram da reunião integrantes das Secretarias Municipais de Governo, Meio Ambiente e Obras, além da Defesa Civil de Capinópolis, da Polícia Militar de Meio Ambiente e do Sindicato Rural de Capinópolis (MG).

Durante o encontro, foram debatidas estratégias voltadas à prevenção, ao controle de riscos e à resposta rápida em casos de incêndios. As equipes também realizaram o levantamento de áreas consideradas prioritárias nos municípios de Cachoeira Dourada e Capinópolis, que deverão receber ações direcionadas ao longo dos próximos meses.

Entre as medidas discutidas estão o fortalecimento da fiscalização, campanhas educativas junto à população e o planejamento de atuação integrada entre os órgãos envolvidos. A proposta é reduzir os impactos ambientais e sociais causados pelas queimadas, que tendem a se intensificar durante o período seco.

A atuação conjunta entre as instituições foi destacada como fundamental para garantir maior eficiência nas ações preventivas e no combate a possíveis focos de incêndio. A integração também reforça o compromisso dos órgãos públicos com a preservação ambiental e a segurança das comunidades locais.

Com a aproximação da estiagem, a expectativa é que as medidas planejadas contribuam para minimizar ocorrências e ampliar a capacidade de resposta diante de situações de risco na região.

Foto: CBMMG
Foto: CBMMG