A seleção brasileira entra em campo nesta quarta-feira, 24 de junho, às 19h (horário de Brasília), no Hard Rock Stadium, em Miami (EUA), com um objetivo claro: garantir a classificação à próxima fase da Copa do Mundo de 2026 na liderança do Grupo C. O adversário será a Escócia, que ainda sonha com uma vaga inédita no mata-mata.
Para o confronto decisivo, o técnico Carlo Ancelotti terá um desfalque importante. O atacante Raphinha está fora após sofrer uma lesão muscular na coxa direita. Em contrapartida, a partida pode marcar o retorno de Neymar, que voltou a treinar com o elenco após mais de um mês afastado por um edema na panturrilha. Ainda sem o melhor condicionamento físico, a tendência é que o camisa 10 inicie no banco de reservas.
A ausência de Raphinha abre espaço para mudanças no setor ofensivo. O jovem Rayan surge como principal candidato à vaga, com Luiz Henrique também aparecendo como alternativa. No ataque, Matheus Cunha ganha confiança após marcar duas vezes na última rodada, enquanto Vinícius Júnior segue como principal destaque da equipe, participando diretamente de todos os gols do Brasil na competição até aqui.
Apesar das possíveis alterações, a proposta de jogo deve ser mantida. Ancelotti pretende preservar o estilo ofensivo da equipe, mesmo diante de um cenário que exige atenção. Brasil e Marrocos chegam à última rodada empatados em pontos, e a liderança brasileira se sustenta nos critérios de desempate.

Outro ponto de atenção está na situação disciplinar de alguns jogadores. Casemiro e Douglas Santos, pendurados, podem ser poupados para evitar suspensão na fase eliminatória, decisão que ainda será avaliada pela comissão técnica.
Do outro lado, a Escócia entra em campo motivada e consciente da oportunidade histórica. Com três pontos, a equipe precisa ao menos de um empate para seguir viva na competição e buscar uma classificação inédita às fases finais de um Mundial. Em participações anteriores, os escoceses nunca avançaram além da fase de grupos.
A estratégia do técnico Steve Clarke deve ser baseada em uma postura mais cautelosa, com linhas compactas e aposta nos contra-ataques. Nomes como McTominay e Ché Adams são as principais esperanças ofensivas da equipe europeia.
Uma eventual vitória da Escócia teria peso histórico, já que o país jamais venceu o Brasil em confrontos oficiais, até hoje, são oito derrotas e dois empates em dez partidas.
Caso confirme a liderança do grupo, a seleção brasileira terá vantagem logística na sequência do torneio, permanecendo no mesmo centro de treinamento e enfrentando, na próxima fase, o segundo colocado do Grupo F.
A provável escalação do Brasil conta com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos (Alex Sandro); Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.





























































